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E-mail para contato: caloca10@hotmail.com
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Retorno

Primeiramente, gostaria de pedir sinceras desculpas a vocês pelo abandono do blog. 

Isso ocorreu devido ao ano letivo de 2010, pois estava cursando o 3ª ano do ensino médio e realmente estava dificil para me dedicar ao blog.

Tive aulas e provas o ano inteiro praticamente, sendo assim, não tendo muito tempo para demais responsabilidades. Enfim, consegui fechar meu ano com chave de ouro!

Porém, esse ano terá muitas novidades para mim, como a faculdade. Mas com certeza terei um tempinho para me dedicar a outras coisas (espero hahaha).

Peço sinceras desculpas as pessoas que comentaram no mural e agradeço-as também! Espero que tenham resolvidos seus problemas e tirados suas duvidas.

Caso isso não tenha ocorrido, peço-lhes que mandem um e-mail para: caloca10@hotmail.com (esse é meu e-mail pessoal).

Inclusive, irei trocar o endereço de e-mail do blog para o meu atual.

E com certeza, se eu puder ajuda-los em qualquer coisa, irei ajuda-los com maior prazer.

 

Muito obrigada mais uma vez a todos!

Atenciosamente,

Carolina Ruff

 



- Postado por: Diet Teens às 01h44
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SITE DA ADJ -> Minha Vida com Diabetes: Carolina Ruff, Criadora do Blog Diet Teens - 13/11/2009

http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=893&tipo=4

O site da ADJ prossegue com a série de depoimentos de pessoas que têm diabetes. Aqui, elas compartilham experiências e revelam os cuidados que tomam para viver com cada vez mais qualidade de vida. Hoje, é a vez de Carolina Ruff, criadora do blog Diet Teens.

Nascida em Santos, Carolina Ruff tinha 13 anos quando descobriu que tinha diabetes tipo 1. Sem conhecer praticamente nada sobre o assunto, na época, vivenciou o primeiro dia de aplicação de insulina como um “pesadelo” – conforme ela mesma descreve.

Hoje, aos 17 anos, usa a própria experiência para divulgar informações sobre o assunto entre os jovens, através da internet. Cursando o segundo ano do ensino médio, ela criou uma ONG e um blog, juntamente com colegas da turma.

Na Escola

Tudo começou com um trabalho de grupo interdisciplinar no colégio, no início de 2009. A professora determinou que cada grupo de alunos deveria criar uma organização não-governamental, além de um blog.  Após cinco anos, convivendo com o diabetes, Carolina não teve dúvidas sobre qual tema sugerir. Os colegas concordaram.

Era criada, então, a organização não governamental Diet Teens.
O blog, que leva o mesmo nome, surgiu poucos meses depois. Além de Carolina, integram o grupo fundador os colegas Giovana Inchauspe Crancio; Hector de Paula; Felipe Rabello; Steffani Gil; Valmir Vinícius e Luiz Vinícius.
 
O objetivo, tanto da ONG quanto da página na web, é conscientizar e informar as pessoas sobre o tema. Ambos são direcionados a adolescentes e jovens entre 10 e 20 anos, que tenham diabetes, sobretudo de tipo 1. Dentro do projeto, os membros da organização participam de palestras promovidas por associações de diabetes da Baixada Santista.

Sucesso

O Diet Teens acabou escolhido como o melhor blog e a melhor ONG, entre os trabalhados apresentados pelas turmas do segundo ano do colégio.

O sucesso na região foi tanto que o jornal diário A Tribuna, de Santos, publicou, no dia 29 de setembro de 2009, a reportagem Blog orienta jovens sobre o diabetes, entrevistando Carolina e Valmir Vinícius.

“Nem imaginava que o blog iria ser conhecido por pessoas de fora, que iria aparecer no jornal e muito menos ser entrevistada” – confessa a estudante, que criou o blog através de programas gráficos que aprendeu a usar durante cursos frequentados no Senai.

“Pretendo fazer faculdade de designer gráfico” – conta, revelando que inicia a montar o seu portfólio.

Atualmente, ela é a responsável pela atualização do conteúdo do Diet Teens. Os textos são, em geral, extraídos de outras páginas – como o site e o blog da ADJ (o Diet Blog) – e contêm os créditos e os links para as matérias originais.

O Diet Teens possui ainda um mural de recados; links para vídeos; seção de perguntas e respostas; tabela de programação de eventos do Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro) na Baixada Santista; enquete e pesquisa.

- Em época de provas, não tenho muito tempo para colocar novos textos. Porém, pretendo levar o blog adiante – conta Carolina Ruff, que aplica insulina duas vezes por dia.

Autor: Cintia Salomão Castro

Fonte: ADJ

 

"Eu só tenho a agradecer" - Carolina Ruff Apaixonado



- Postado por: Diet Teens às 00h09
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Divulgação

Programação dos EVENTOS DIABETES COM SAÚDE

Campanha do Dia Mundial do Diabetes 2009

“ENTENDA O DIABETES E ASSUMA O CONTROLE”

PARTICIPE!!!

 

DATA

EVENTO

HORÁRIO

LOCAL

13/11/09 sexta-feira

II Ciclo de Palestras ETEC Dona Escolástica Rosa: Diabetes – Educar para Prevenir.

16:45h ás 20:30h

Auditório da ETC Dona Escolástica Rosa

Av. Bartolomeu de Gusmão, 111 – Ponta da Praia, Santos - SP

14/11/09

sábado

Caminhada na Praia

(Ao Pharmacêutico)

8:30h

Praça das Bandeiras – Gonzaga, Santos - SP

14/11/09 sábado

Projeto Piloto Doces Aprendizes:

 Oficina de Doces Dietéticos e Orientação Nutricional

14:30h ás 18:00h

ETEC Dona Escolástica Rosa:

Av. Bartolomeu de Gusmão, 111 – Ponta da Praia, Santos - SP

 

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:

Telefones: (13)3225-2375/ 9108-2423

E-mail: diabetes.edfisica@bol.com.br

Endereço: Biblioteca da ETEC Dona Escolástica Rosa

Av. Bartolomeu de Gusmão,111 – Ponta da Praia, Santos- SP

Dás 8:30h às 21:30h

SAIBA MAIS!!! ACESSE:

www.docesamigos.org.br www.diamundialdodiabetes.org.brwww.diabetes.org.br

 

EVENTO

INSCRIÇÕES

VALOR

II Ciclo de Palestras ETEC Dona Escolástica Rosa:

Diabetes – Educar para Prevenir.

De 03 à 12/11 de 2009

Ou até preencher o número de vagas: 120.

GRATUITO

Caminhada na Praia

De 03 à 12/11 de 2009

GRATUITO

Projeto Piloto Doces Aprendizes:

 Oficina de Doces Dietéticos e Orientação Nutricional

De 03 à 12/11 de 2009

Ou até preencher o número de vagas: 20

R$ 5,00 (cinco reais)

 Fonte: Via E-mail



- Postado por: Diet Teens às 18h25
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O cálcio e a Saúde

O cálcio possui um papel importantíssimo em nossa saúde: formação da massa óssea e dos dentes!  A maior parte do cálcio (90%) é armazenada nos ossos, com uma troca constante ocorrendo com o sangue, tecidos e ossos. A falta de cálcio pode levar às conseqüências como raquitismo e osteoporose.
Também é responsável por parte da contração muscular, da transmissão dos impulsos nervosos e da coagulação sanguínea.
Nosso organismo não produz cálcio, assim, todo cálcio que necessitamos vem através da dieta.

Este mineral pode ser encontrado em uma grande variedade de alimentos. Embora o leite e seus derivados, como queijos e iogurtes tenham a fama de serem as melhores fontes de cálcio, existem também diversas outras fontes de origem vegetal que constituem uma boa alimentação para a saúde e que são tanto ou mais ricos em cálcio que o leite. Exemplos destes alimentos: amêndoa, feijão, milho, folhoso verde escuro.

Um pequeno estudo sugere que as pessoas com diabetes tipo 2 que estão a tentar aumentar o consumo de fibras podem ter de prestar mais atenção também à ingestão de cálcio.

Os investigadores observaram que, quando 13 diabéticos duplicaram a ingestão de fibras, os participantes começaram a excretar menos cálcio através da urina, um sinal de que a absorção de cálcio pelo organismo diminuiu.

O investigador principal, o Dr. Abhimanyu Garg, do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, em Dallas, referiu que, como mais cálcio equivale a uma melhor saúde óssea, os investigadores recomendam que as pessoas a seguir dietas ricas em fibras consultem o seu médico sobre aumentar também a ingestão de cálcio, de modo a retirarem o maior beneficio de ambos. Veja matéria completa aqui.

Fonte: Diabetes é isso aí!



- Postado por: Diet Teens às 00h04
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Dores e Diabetes

A dor é uma queixa comum, não só de portadores de diabetes, mas de quase todas as pessoas, especialmente da idade adulta em diante. Ela se apresenta de diversas maneiras e diferentes locais do corpo, o que pode indicar prováveis causas e, conseqüentemente, o tratamento mais adequado.
Além das dores causadas por doenças como artrite reumatóide, doenças auto-imune, infecções, traumas e outras condições mais graves, é muito freqüente o surgimento desta pelos maus costumes e exageros cometidos no dia a dia.

Para o portador de Diabetes, o cuidado deve ser redobrado. Dores como formigamentos, agulhadas, queimação em pés e mãos, câimbras freqüentes, podem indicar que a glicemia está mal controlada, e que os vasos e nervos estão sendo comprometidos. Por outro lado, a ausência de dor e sensibilidade, especialmente nos pés, também deve ser atentamente observada, pois mostram que já houve um comprometimento importante. Nesse caso, o aparecimento de úlceras(feridas) é facilitado, com possível evolução para infecção, e em casos mais graves, amputação.

A monitorização deve ser rigorosa, e o melhor tratamento para qualquer doença, é a prevenção.

Fonte: Diabetes é isso ai



- Postado por: Diet Teens às 00h02
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Posso comer frutas a vontade?

Vitaminas, minerais e fibras. Realmente, são muitas as vantagens nutricionais de um cardápio à base de frutas. No entanto, vale ressaltar que ingerí-las à vontade é um erro, já que as frutas em sua maioria são ricas em carboidratos - o que influencia diretamente nos níveis de glicemia de quem tem diabetes.
Segundo a nutricionista do departamento de Nutrição da SBD, Marlene Merino Alvarez, a principal dica na hora de comer frutas não é verificar somente a quantidade, mas a sua variedade.

Fruta: In Natura, Suco ou Sorvete?
Na hora de escolher como consumir a fruta de sua escolha, basta incluí-la no total de carboidrato do plano alimentar, independente da sua forma de preparo. “O recomendado, principalmente em função do valor calórico, é usar na forma in natura. O suco tem mais carboidratos e calorias porque concentra, num pequeno volume, várias frutas.
Já o sorvete é ainda mais calórico pela adição de gordura”, afirma Marlene Merino.

As Frutas e suas Propriedades
- Fonte de energia e carboidrato: as frutas são ricas em frutose que é um carboidrato que rapidamente chega no sangue – Para corrigir a hipoglicemia, uma das melhores opções é usar um copo (200ml) de suco de laranja.
- Alto Teor de Gordura: frutas como o abacate, castanhas e nozes possuem alto valor energético e fornecem ao organismo um tipo de gordura boa já o coco (a polpa) além das calorias possui um tipo de gordura que faz mal ao coração;
- Alto Teor de Água - Exemplo: melancia, melão, laranja;
- Alto Teor de fibras - Exemplo: maçã, laranja, tangerina, manga, jaca.
“As frutas devem ser ingeridas de forma variada e todos os dias, pois cada uma delas cobre uma função no organismo. O ideal é seguir a mesma regra da alimentação balanceada: quanto mais colorido o cardápio, melhor!”, recomenda Marlene.
Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes.

Segue tabela de contagem de carboidratos.

Fonte: Diabetes é isso aí!



- Postado por: Diet Teens às 20h31
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Depoimentos - Não é por que eu fiz uma besteira aqui, que eu vou ter que condenar toda a minha vida

Tudo começou quando eu tinha 12 anos e tive pneumonia. Isto porque, concomitantemente com a cura daquela enfermidade, comecei a apresentar todos os sintomas de uma pessoa com glicose alta, isto é, muita sede, muita, muita fome, perda de peso, muito cansaço e presença freqüente de inúmeras e diversas infecções. A diabetes é uma doença de fatores genéticos determinantes, mas que pode ter seu início precipitado por uma doença grave e até mesmo por fatores psicológicos. No meu caso, foi a pneumonia quem apertou o gatilho.

O ponto importante aqui é que, como eu estava com a glicose muito alta, durante esses dois anos (foi o tempo que levou até descobrirem que eu estava diabética), meus hábitos alimentares estavam completamente desregulados. Isto porque, como eu não produzia insulina, que é o hormônio que transforma tudo que é ingerido em glicose para ser absorvido pelas células do corpo,) era como se eu não estivesse comendo nada. Eu estava comendo compulsivamente, meu cérebro ficava mandando a mensagem para eu comer mais, pois não entrava nenhum alimento nas minhas células e eu ia emagrecendo, num processo chamado de "síndrome do campo de concentração", e tudo o que eu comia ficava na forma de glicose no meu sangue entupindo minhas veias.

Quando eu tive o diagnóstico do diabetes e comecei a tomar insulina, tudo que eu comia passou a ser absorvido. Lembro que não dei muita sorte com o meu primeiro médico! Ele não fez uma reeducação alimentar comigo, tampouco me ensinou a aplicar a insulina. Assim, continuei a comer "do mesmo modo, só que agora com a presença da insulina. O resultado foi que eu engordei que nem um balão (17 Kg em um mês)!

Pra mim, aquilo foi horrível! Eu era uma adolescente de 14 anos, muito insegura, que sempre buscou a aprovação dos outros, com baixa auto estima e a minha máscara era a aparência externa (a bonequinha lourinha de olhos azuis, magrinha).
De repente, por um desencanto qualquer, minha máscara segura se quebrou e eu estava exposta e todos iriam ver que eu era inferior - a diabetes só vinha confirmar isso, ( era o que eu achava naquela época).

Nos seis meses que se seguiram parece que eu estava vivendo um pesadelo. Perdi várias amigas no colégio (de fato, algumas coleginhas se afastaram de mim, pois deixei de ser atrativa e perdi os muitos fãs que andavam ao meu redor, mas na verdade, eu mesma me desincumbi da tarefa de me isolar das pessoas). Eu via os cochichos quando eu passava, via os olhares de pena e sentia vergonha de mim mesma.

Em casa as coisas também não iam bem. Meu pai, naquela época, estava trabalhando demais, e eu praticamente só o via nos almoços de sábado e domingo. Ele sempre foi um homem preocupado com o físico dele e eu achava que, quando ele dizia para eu parar de comer, era porquê ele queria que eu emagrecesse, que ele queria a princesinha dele que todo mundo elogiava de volta, e não que ele estava preocupado com minha saúde.

Foi então que comecei a comer escondido. Comprava na rua todas as porcarias, tudo que podia e que não podia comer. Em casa, trancada em meu quarto, tinha meus “binges” (ataques de comer compulsivo) sempre lendo. Era minha época da leitura e da comida. Devorava um livro por dia em meio a trocentos kg de porcaria.

Hoje vejo que aquilo era pura fuga da realidade eu comia com aquela voracidade, que nem chega a dar pra ter prazer com a comida como uma forma de válvula de escape da minha realidade, e comia lendo, para entrar em uma outra história e esquecer por aquele momento que estava me matando.

Lembro que sempre depois de um binge eu ia dormir um pouco (ás vezes até tomava remédio pra dormir). Para mim isso era uma tentativa de fechar os olhos para o que eu havia acabado de fazer. Às vezes eu comia tanto e meu estômago ficava tão dilatado que eu não podia deitar de bruços e tinha que me acomodar para dormir igual a uma grávida.
Aos 15 anos, eu me fiz a seguinte pergunta: Antes eu comia a mesma quantidade e não engordava. O quê mudou? A resposta veio como um raio em minha mente: A INSULINA.

Foi então que comecei a parar de tomar insulina sem falar pra ninguém. Aí voltei a emagrecer. Todos falavam: Muito bem! Como ela está linda! Mas só eu sabia o que estava acontecendo e tinha medo, não estava feliz. Não sabia que aquilo era transtorno alimentar, mas sabia que podia me matar, mas não conseguia não fazê-lo.

Conseguia ficar até 1 1/2 , 2 meses sem tomar insulina, mas depois, quando percebia que já estava entrando em Ketoacetose, quase entrando em coma, passava duas semanas tomando insulina para baixar a glicose.
Quando não estava tomando a insulina, eu estava com minha máscara de segurança, então podia ir a festas, mas sempre estava muito cansada, devido à glicose alta e passava o dia inteiro dormindo. Sempre dentro de casa, não raro um pouco deprimida, pois sabia o que estava fazendo e aquilo me dominava.

Quando tinha que tomar insulina, aí a situação ficava preta! Eu chegava a inchar de quatro a cinco quilos em uma semana, entrava em depressão total. Não queria sair de casa, tinha vergonha daquilo em que tinha me transformado. Ficava o dia inteiro lendo, fazia binges em gelatina diet (a única coisa que podia comer a vontade para que a glicose pudesse baixar - uma vez cheguei a comer 20 caixas de gelatina num dia, o que me rendeu a noite no banheiro) e escrevia poesias no estilo Augusto dos Anjos em seus dias mais pessimistas...

Aos 20 anos, meus pais me levaram para uma clínica de diabetes em Boston, e lá tive o diagnóstico de Transtorno Alimentar. Eu era bulímica. Fazia binges e usava como métodos purgativos a manipulação da insulina, laxantes, diuréticos e inibidores de apetite.

De lá pra cá fiz diversos tratamentos no Brasil e no exterior. Estou estável há quase 2 anos.
Quando a questão é transtorno alimentar, prefiro falar em estabilidade do que em cura. Isto porque, é a maneira como lidamos com nossos problemas, medos, ansiedades e frustrações e essas coisas sempre existirão na vida de uma pessoa normal. Por isso, é possível, na realidade, é bem provável ter recaídas.

O maior aprendizado que eu tive, nesses anos, foi quanto aos pensamentos "8 ou 80". Não é por que eu fiz uma besteira aqui, que eu vou ter que condenar toda a minha vida. O fato de eu ser um ser humano me dá o direito de errar e escorregar, desde que eu me reerga no momento seguinte. O que passou, passou e não adianta chorar sobre o leite derramado. Mas o futuro depende apenas do que eu fizer aqui e agora. Então, não vou desperdiçar a chance de recomeçar!

Maria Clara

Maria Clara Siqueira Castro - Presidente da ASTRAL BR site : http://www.astralbr.org

Fonte: Portal Diabetes



- Postado por: Diet Teens às 22h54
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ADOÇANTES - O que você precisa saber!

São produtos que substituem a sacarose (açúcar), podendo ser calóricos ou não calóricos.
A principal razão para substituição da sacarose é a expansão da disponibilidade de alimentos e bebidas para restrição calórica ou de carboidratos, quer no sentido de controle de peso, diabetes ou prevenção de cáries.

O que é edulcorante?
Aditivo que melhora o sabor de uma preparação para uso oral, tornando-a tolerável ao paladar.

Tipos de adoçantes: SACARINA, ACESULFAME-K, ASPARTAME, SUCRALOSE, STÉVIA e CICLAMATO.

SACARINA:
· O primeiro adoçante artificial, sintetizado em 1879.
· Características que a tornam muito próxima do adoçante ideal: alto poder edulcorante (200 a 700 vezes superior ao da sacarose); alta estabilidade e alta solubilidade em água, não cario gênica e sem calorias.
· Ingestão diária máxima de 5,0 mg/Kg de peso corpóreo/dia. De forma prática, para uma pessoa de 70Kg atingir a dose máxima recomendada por dia, ela teria que ingerir 3 vidros e meio de adoçante por dia, o que equivaleria aproximadamente a 125 gotas por quilo de peso/dia.

CESULFAME-K:
· É cerca de 180 vezes mais doce que soluções de sacarose.
· Como ocorre com outros edulcorantes, a intensidade de doçura não aumenta proporcionalmente ao aumento da concentração.
· A ingestão diária máxima é de 15 mg/Kg de peso, correspondente, para um adulto de 60 Kg, ao consumo de aproximadamente 6 litros de um refrigerante zero.

ASPARTAME:
· O perfil de doçura é o que mais se aproxima ao da sacarose.
· Não deixa qualquer sabor residual amargo, químico ou metálico, freqüentemente associados aos demais edulcorantes.
· Sua doçura é 120 a 220 vezes superior à da sacarose. Geralmente é mais potente em baixas concentrações e em produtos à temperatura ambiente do que em produtos congelados ou quentes.
· Devido ao seu alto poder adoçante, são necessárias quantidades mínimas para produzir a doçura desejada, reduzindo a ingestão calórica. Em termos das diferentes apresentações de aspartame comercializadas no Brasil, recomenda-se a ingestão diária máxima de até 10 gotas/Kg de peso corpóreo dos produtos apresentados sob a forma líquida.

SUCRALOSE:
· Sua doçura pode variar de 400 a 800 vezes em relação à sacarose e duas vezes a da sacarina. A doçura é de percepção rápida, persistindo por um período ligeiramente maior do que a sacarose
· Não possui sabor residual amargo ou metálico.
· Mostra alta solubilidade em água, além de alta estabilidade térmica em meio aquoso e ácido, assim como ao armazenamento.
· Entre os edulcorantes intensos, a sucralose é o mais estável.
· Não é cariogênica.

STÉVIA:
· O esteviosídeo é até 300 vezes mais doce que a sacarose.
· O perfil de sabor do esteviosídeo é semelhante ao da sacarose, contudo é mais persistente e mostra sabor residual amargo de mentol.

CICLAMATO:
· Sua doçura é de 30 a 50 vezes mais doce que a sacarose.
· Não apresenta gosto amargo.
· Mostra sinergismo com outros edulcorantes.
· Resistente a frio ou a quente.
· A dose máxima estabelecida foi de 11,0 mg/ Kg de peso.

 

Fonte: Diabetes é isso aí!



- Postado por: Diet Teens às 19h37
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Inovação no Mercado de Monitores de Glicemia - Lançamento Tem Design Moderno e Arrojado

A Divisão Diagnostics da Roche está lançando mais um produto para compor a linha Accu-chek.

O novo monitor de glicemia, Accu-Chek Performa Nano, tem dimensões semelhantes às de uma chave de carro — e estará disponível em farmácias, drogarias e outros pontos de venda a partir de Outubro.

O Accu-Chek Performa Nano tem tecnologia de ponta aliada a design moderno e arrojado. Com seu visor grande e iluminado é possível fazer os testes mesmo em ambientes com pouca iluminação ou, até mesmo, no escuro.

O aparelho possui alarmes programáveis que lembram os horários para realização de testes, de aplicação de insulina ou de ingestão de medicamentos e, também, marcadores de testes específicos para o antes e depois das refeições. Estas informações ficam armazenadas na memória — que tem capacidade para até 500 resultados — e são muito importantes para o acompanhamento médico.

 

Monitor de glicemia que identifica possíveis alterações no ambiente e nas tiras, o Accu-Chek Performa Nano garante, com isso, resultados ainda mais confiáveis. Durante a realização dos testes de glicemia é necessária uma amostra mínima de sangue (0,6 µL) e o resultado é informado em apenas cinco segundos.

O Accu-Chek Performa Nano é comercializado em um kit que inclui o Accu-Chek Multiclix, lancetador com a inovadora tecnologia Clixmotion, em que são utilizadas lancetadas trifacetadas que impedem vibrações e tornam o teste praticamente indolor, proporcionando conforto visual e segurança, uma vez que o descarte das lancetas — embutidas em pequenos tambores — pode ser feito em lixo doméstico.

Saiba mais: http://www.meujeitonanodeveravida.com.br/

Fonte: ADJ



- Postado por: Diet Teens às 19h49
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Tipos de Gordura

Clique na imagem para amplia-la Jóia



- Postado por: Diet Teens às 20h23
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O que fazer em situações de hipoglicemias severas?

Na maioria das vezes o paciente consegue identificar os sintomas e tratar a hipoglicemia ingerindo algum alimento com açúcar. Em outras ocasiões, necessita-se de ajuda de outras pessoas. Daí a importância de se andar com um cartão que identifica sua condição de diabético, além de alertar a família e os pessoas mais próximas o que fazer em caso de suspeita de hipoglicemia


Automonitorização é útil para a identificação de hipoglicemias que podem ocorrer sem sintomas, principalmente nos pacientes com muito tempo de diagnóstico do diabetes.
Se o portador de diabetes estiver semi-inconsciente ou inconsciente, é necessário usar a injeção:


• Glucagen® - quando administrado o portador de diabetes inconsciente se recupera em 5 minutos, tendo condições deve ser feito um lanche, evitando que ele tenha uma nova hipoglicemia mais tarde.


O Glucagen® é o hormônio contrário à insulina, responsável por quebrar a glicose que esta guardada no fígado e jogar para corrente sanguínea, corrigindo assim a quantidade de glicose sanguínea.


Deve ser administrado no músculo ou subcutâneo (igual à insulina), preferencialmente no músculo da coxa, pois músculo tem ação mais rápida.
Quando se compra o Glucagen® deve ser guardado sob refrigeração 2 a 8°C e deve ser mantido na embalagem original, caixinha laranja totalmente selada. Dentro contém um frasco com pó e uma seringa preenchida com líquido. No momento da aplicação deve ser colocado o líquido dentro do frasco com o pó, agitar levemente até que o líquido tenha misturado completamente, puxar esse líquido para a seringa e aplicar.


• Glucose RapidSpray™ é um produto a base de glicose, desenvolvido a partir do açúcar é apresentado em dois sabores, laranja e framboesa. Fabricado no Canadá, com rapidez e praticidade fornece glicose via oral, absorvida na própria mucosa bucal, tem baixa caloria e não contém gorduras, é seguro e muito usado nas mais diversas situações do dia-a-dia por qualquer pessoa.


E você sabia o que fazer nas situações de hipoglicemia severas?

Fonte: Diabetes é isso ai!



- Postado por: Diet Teens às 19h41
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Reprogramadas, células de pele fabricam insulina

Feito foi obtido por grupo americano usando as chamadas células iPS, derivadas de diabéticos
 
Cientistas americanos conseguiram pela primeira vez reprogramar células da pele de pacientes com diabetes tipo 1 e convencê-las a produzir insulina. O experimento põe no horizonte a possibilidade de terapia futura contra a doença. Mas o que mais interessa aos pesquisadores é que agora eles poderão, finalmente, entender como o diabetes se origina.


O feito foi obtido por uma equipe liderada por Douglas Melton, do Instituto de Células-Tronco de Harvard, EUA. O grupo usou as chamadas células iPS, as células-tronco "éticas", cuja produção não demanda a destruição de embriões humanos.
Melton e seus colegas extraíram células da pele de dois diabéticos e converteram-nas em células-tronco com a ajuda de três genes. As células resultantes, por sua vez, foram convertidas em células beta, do pâncreas.


Estas células, que secretam insulina, são atacadas e destruídas pelo sistema imunológico dos portadores do diabetes tipo 1. Ninguém sabe como nem por que isso acontece. O diabetes 1, também chamado de diabetes juvenil, é uma doença na qual múltiplos genes estão envolvidos, e as condições ambientais que disparam a doença num portador desses genes não são conhecidas.


"As células iPS são o melhor ponto de partida, porque elas são derivadas de células do paciente e, portanto, capturam o genótipo da doença numa célula-tronco", escreveram os pesquisadores. Um artigo que apresenta os resultados do experimento foi publicado hoje no periódico "PNAS".
A eficiência da conversão de células iPS em células beta foi baixa, razão pela qual os pesquisadores ainda não estão muito otimistas quanto ao uso dessa técnica em terapia num futuro próximo.


No entanto, Melton afirma que o estudo é uma prova de princípio importante, porque agora poderá ser possível reproduzir, em laboratório, as condições nas quais o sistema imunológico do portador de diabetes juvenil começa a atacar as células de insulina.
Como o genoma "doente" está presente em todas as células do portador de diabetes tipo 1, os cientistas planejam derivar outros tipos celulares -como células do sistema de defesa do corpo- e fazê-las interagir com as células beta.

Questão pessoal
Sabendo em que condições ocorre o ataque e o que o provoca, os pesquisadores poderão, no futuro, usar as células iPS derivadas dos próprios pacientes para repovoar o pâncreas de diabéticos com células beta sem risco de rejeição. Também poderão desenvolver maneiras de evitar o ataque imunológico, curando a doença.
Para Douglas Melton, mais do que uma busca científica, trata-se de uma questão pessoal. O cientista tem dois filhos diabéticos, Sam e Emma, e passou a estudar células-tronco, desafiando as restrições impostas pelo governo Bush, para buscar a cura da doença.


Fonte: Folha de São Paulo.



- Postado por: Diet Teens às 19h38
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Transplante mais "suave" ataca diabetes

Células-tronco de parentes de diabético diminuem necessidade de insulina sem uso de drogas contra o sistema imune

Teste com três pacientes, feito pela USP de Ribeirão Preto, levou a recuo parcial da doença; ideia é chegar a protocolo mais eficiente

REINALDO JOSÉ LOPES
Pesquisadores da USP de Ribeirão Preto estão testando uma nova maneira de usar células-tronco adultas contra o diabetes tipo 1, forma da doença que é fatal caso o paciente não receba doses regulares de insulina. Três diabéticos receberam transplantes de células de parentes seus, o que levou à menor necessidade de insulina e, num dos casos, ao recuo total da doença durante seis meses.


Os resultados podem não parecer milagrosos, mas representam um protocolo potencialmente mais promissor e menos agressivo contra o diabetes tipo 1 do que o utilizado pela equipe da USP até agora.
O que ocorre é que, em testes anteriores, os pacientes eram preparados com uma forte dosagem de medicamentos imunossupressores (ou seja, que "desligam" o sistema de defesa do organismo) antes de receber células-tronco obtidas de sua própria medula óssea.


Além do risco associado à imunossupressão -infecções severas podem matar o paciente sem contribuição alguma do diabetes-, há outros efeitos colaterais graves do tratamento experimental. "Os pacientes do sexo masculino ficam com oligoespermia [baixa quantidade de espermatozoides no sêmen]", diz o coordenador do grupo, o médico Júlio César Voltarelli. "Tanto é assim que os que participaram do protocolo tiveram seu esperma congelado [para o caso de desejarem ter filhos mais tarde]."
A nova versão da terapia experimental toma partido das características especiais de um subgrupo das células da medula, as células-tronco mesenquimais (CTMs, para encurtar).


"Primeiro, elas são pouco imunogênicas", diz Voltarelli. Ou seja, a chance de que elas levem à rejeição nos pacientes transplantados é baixa. Para garantir esse risco menor, as células para transplante são obtidas de parentes dos doentes.


As CTMs apresentam ainda outras vantagens. Sabe-se, por exemplo, que elas podem agir sobre o sistema de defesa do organismo e deixá-lo menos ativo. Isso é importante porque o diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, na qual as defesas do corpo se voltam contra o próprio organismo que deveriam proteger. No caso dos diabéticos, o grosso do ataque é sentido pelas células produtoras de insulina do pâncreas dos doentes, impedindo que eles controlem seus níveis de açúcar no sangue.
Voltarelli e seus colegas, após a obtenção das CTMs dos doadores, cultivaram as células em laboratório entre quatro e seis semanas antes de transferi-las para os diabéticos. "Dar aula sobre isso é fácil, difícil é fazer direito", brinca o médico.


Nos três doentes, o organismo respondeu necessitando de menos insulina. Em um dos doentes, não foi preciso administrar a substância durante seis meses, mas depois desse período os médicos tiveram de receitar insulina novamente.


"É possível que uma quantidade maior de células-tronco mesenquimais, ou então a realização de mais transplantes, consigam um efeito mais potente e duradouro", diz o pesquisador. Os resultados foram apresentados durante o 55º Congresso Brasileiro de Genética, em Águas de Lindoia (SP).

Definindo "cura"
Voltarelli também falou dos resultados mais recentes do primeiro protocolo testado por sua equipe contra o diabetes tipo 1. De 21 pacientes que passaram pela imunossupressão e pelo autotransplante, dez continuam sem precisar de insulina, um dos quais há cinco anos.
"Não é cura, é remissão prolongada", ressalta o médico, cujo trabalho gerou muita expectativa entre portadores da doença. "Os tratados tiveram recaídas apenas parciais, provavelmente porque eles ainda tinham reservas de células produtoras de insulina", afirma.


Em vários casos, a necessidade de receber o tratamento voltou depois de uma infecção por vírus. Isso pode indicar que a invasão viral fez o sistema de defesa hiperativo dos pacientes "acordar". Uma das opções para enfrentar isso pode ser o uso de substâncias que estimulam o pâncreas "cansado" a produzir mais insulina, diz ele.

Fonte: Folha de São Paulo



- Postado por: Diet Teens às 19h36
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Estudo mostra que diabéticos não sabem a diferença entre produtos diet e light

Um estudo feito na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, com 120 pacientes com diabetes tipo 2 indica que, apesar de consumir produtos diet e light com frequência, mais da metade não sabe a diferença entre os dois tipos de produtos, não tem o hábito de ler o rótulo desses alimentos e também não controla a quantidade ingerida.

Entre os pacientes entrevistados (60 homens e 60 mulheres), todos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a média de idade era de 63 anos e 83,3% tinham sobrepeso ou obesidade .

Os dados foram obtidos por meio de um questionário envolvendo variáveis sociodemográficas, hábitos de vida, história da doença e consumo de produtos dietéticos e adoçantes. A amostra foi composta principalmente por indivíduos com baixa escolaridade

A nutricionista Paula Barbosa de Oliveira, autora do estudo feito como dissertação de mestrado defendida no Programa Saúde na Comunidade, da USP, com orientação do professor Laércio Joel Franco, alerta que o consumo excessivo desses produtos pode interferir no controle glicêmico e trazer prejuízos para a saúde dos pacientes.

Os alimentos diet são isentos de certos nutrientes encontrados no produto convencional, como açúcar, sódio ou gordura, e são elaborados para pessoas com exigências específicas, enquanto o light apresenta uma redução de, no mínimo, 25% do valor energético total ou de algum nutriente presente no produto convencional.

"O estudo conclui que informações sobre o uso adequado de adoçantes e produtos dietéticos é uma necessidade nas atividades assistenciais aos pacientes com diabetes, nos diversos níveis do SUS", disse Paula à Agência FAPESP.

Como os indivíduos com diabetes precisam restringir a ingestão de açúcar, segundo ela o uso desses produtos pode suprir o desejo pelo sabor doce sem alterar a glicemia.

"O uso consciente e adequado desses produtos pode restringir o uso de açúcar, facilitar a adesão ao tratamento e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Verificamos, por exemplo, que apenas 41% dos pacientes têm o hábito de ler os rótulos dos produtos", disse.

O trabalho indicou ainda que, embora não tenham sido observadas diferenças significativas entre homens e mulheres com relação à ingestão de produtos diet e light, os idosos consomem menos açúcares quando comparados com os adultos.

"Em resumo, apesar de usar menos açúcar, os idosos são os maiores consumidores de adoçantes entre todas as faixas etárias, enquanto as mulheres usam mais o adoçante fora de casa e se dizem mais preocupadas com a quantidade utilizada do que os homens", disse Paula.

A nutricionista destaca que para obter um bom controle metabólico a educação alimentar é um dos pontos fundamentais no tratamento do diabetes, que atualmente apresenta impacto considerável como problema de saúde pública, pela morbidade, mortalidade e altos custos de seu tratamento.

Segundo ela, o uso de adoçantes e alimentos dietéticos é importante para as pessoas com diabetes, apesar de serem dispensáveis na alimentação. "Esse setor tem crescido muito nos últimos anos e, atualmente, 35% dos lares brasileiros consomem algum tipo de produto light ou diet, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos", disse.

"As estimativas são de que o número de pessoas com diabetes do tipo 2 no mundo passará dos cerca de 135 milhões, em 1995, para 300 milhões em 2025", apontou.

Fonte: UOL Ciência e Saúde.



- Postado por: Diet Teens às 19h30
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Dispositivo permite acompanhar o perfil glicêmico de pessoas com Diabetes.

 

A Divisão Diagnostics da Roche, por meio de sua Unidade Diabetes Care, acaba de lançar o Accu-Chek Smart Pix, dispositivo portátil e fácil de usar que permite acompanhar e interpretar o perfil glicêmico de pessoas com Diabetes, eliminando a necessidade do diário de glicemia em papel. Com o equipamento conectado ao computador é possível fazer a transferência, por meio de infravermelho, dos dados armazenados nos monitores de glicemia e do Sistema de Infusão Contínua de Insulina (SIC), da marca Accu-Chek. Estas informações são “traduzidas” em gráficos, permitindo um melhor entendimento do diabetes pelo usuário e auxiliando o profissional de saúde no acompanhamento das glicemias e ajustes da terapia do paciente.

A consolidação das informações gravadas nos equipamentos fornece ao médico um amplo e valioso histórico dos pacientes. Informações sobre a exposição em curto prazo à glicose sanguínea, episódios de hipoglicemia ou hiperglicemia, ou do risco de futuras hipoglicemias permitem ao médico ajustar a terapia adequada a cada caso, de maneira mais sofisticada e eficiente.

“Além disso, é possível indicar mudanças de hábitos alimentares e de vida, sugerir a prática de exercícios físicos, tendo em vista a melhoria da qualidade de vida destas pessoas e, consequentemente, evitando futuras complicações crônicas como retinopatia, neuropatia, nefropatia, doenças cardiovasculares, entre outras”, explica a Gerente de Produtos da Roche Diabetes Care, Ana Carolina Gomiero. 

A consideração de todo o histórico do paciente e não apenas da hemoglobina glicada (A1C) segue um dos conceitos mais atuais no tratamento de Diabetes, o da “Variabilidade Glicêmica”. “De maneira mais simples, podemos dizer que, ao longo de um único dia, as taxas de glicemia de uma pessoa com Diabetes podem passar por diferentes variações. E são estes e outros dados que os gráficos gerados pelo Accu-Chek Smart Pix disponibilizam para a conduta médica”, complementa Gomiero

O Accu-Chek Smart Pix é compatível com os monitores de glicemia Accu-Chek Performa, Accu-Chek Active e Accu-Chek Go e com o SIC de insulina Accu-Chek Spirit.

Para saber mais sobre essa novidade acesse o site: http://www.diariodeglicemia.com.br

Fonte: Diabete



- Postado por: Diet Teens às 21h48
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Dúvidas Gerais Sobre Diabetes

Fonte: SBD - diabetes.org


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